Nas aulas de Ciências, as professoras Neide e Gabriela conduziram seus alunos do 5º ano por uma importante descoberta sobre o funcionamento do nosso corpo: o Sistema Respiratório. Depois de estudar os órgãos que participam da respiração e compreender o caminho percorrido pelo ar até chegar aos pulmões, chegou o momento de transformar todo esse conhecimento em uma experiência prática e criativa.
Como finalização do estudo, os alunos receberam um desafio especial: construir uma maquete do Sistema Respiratório.
APRESENTAÇÃO DAS MAQUETES
No dia marcado para as apresentações, a sala de aula se transformou em um verdadeiro espaço de descobertas.
Cada aluno apresentou sua criação aos colegas, explicando o funcionamento do sistema respiratório e indicando o caminho percorrido pelo ar até chegar aos pulmões. Também compartilhou os materiais utilizados na construção.
INVENÇÕES SURPREENDENTES DOS NOSSOS CONSTRUTORES MIRINS
As professoras ficaram encantadas com a qualidade das invenções dos alunos. Criatividade, capricho e dedicação foram características presentes em cada um dos “bonecos” apresentados. Surpreenderam não apenas pela beleza, mas principalmente pela possibilidade de demonstrar, de forma concreta, aquilo que havia sido estudado em sala.
Algumas maquetes permitiam que os alunos soprassem para que o ar enchesse os “pulmões” dos “bonecos”. Outras possuíam uma pequena bombinha que, quando acionada, fazia o ar penetrar na engenhoca e reproduzir o movimento da respiração.
E não faltaram demonstrações de grande imaginação nas obras dos construtores mirins do 5º ano. Alguns deles criaram cabeças para seus bonecos e deram nomes a seus personagens, tornando cada maquete ainda mais especial e cheia de personalidade.
MAQUETES: RECURSO DIDÁTICO DO APRENDER FAZENDO
Mais do que uma atividade para encerrar um conteúdo, a construção das maquetes proporcionou aos alunos uma experiência rica de aprendizagem, investigação e criação.
Ao colocar a mão na massa, eles puderam consolidar os conhecimentos de Ciências de maneira significativa, relacionando a teoria estudada com uma representação concreta do funcionamento do corpo humano. Ao mesmo tempo, precisaram imaginar, planejar, testar, solucionar problemas e encontrar maneiras criativas de fazer suas ideias funcionarem.
A proposta também dialoga com a Cultura Maker — muito valorizada na nossa escola — e que se baseia no princípio do “faça você mesmo”, incentivando os alunos a criar, experimentar e construir utilizando diferentes recursos, principalmente materiais simples e recicláveis.
Assim, cada maquete representou muito mais do que um trabalho escolar: foi o resultado de um processo de descoberta, criatividade, dedicação e, sobretudo, da alegria de aprender fazendo.















